Nós



(A)Gentes do Riso utilizam a arte da palhaçaria a serviço da alegria e do bem estar. Transformam o ambiente hospitalar em arte, em diversão, em música, em festa... Cuidam do que está bem, aumentando a luminosidade dos olhos e o colorido da alma. Seguem em aprendizado constante. Permitem que pequenos instantes se tornem encontros mágicos, regados de risos e de amor. Celebram a vida e sonham juntos, pois acreditam que a alegria melhora tudo.



(A)GENTES DO RISO - ANO 6

(A) alegria
Adriana Santos :: Alex de Souza :: Ana Paula Grigoli
Débora de Matos :: Egon Seidler :: Gabriela Leite
Greice Miotello :: Isabella Spigolon :: Júlio Maestri
Khalid Prestes :: Lidiane Mandarina :: Márcio Momesso
Marcos de Oliveira :: Paula Bittencourt :: Rhaisa Muniz

(A) orientação musical
Déo Lembá

(A) orientação da magia
Sandro Spigolon

(A) linha
Chouette Estúdio

(A) imagem
Diogo G. Andrade

(A) imagem em movimento
Duran Sodré

(A) divulgação
Cultura Multimídia

(A) realização
Traço Cia. de Teatro

(O) patrocínio
Lei Municipal de Incentivo à Cultura
Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes
Prefeitura Municipal de Florianópolis

(O) apoio cultural
Laboratório Médico Santa Luzia
Hospital Baía Sul
Baía Sul Hospital Dia


Em nosso trabalho, também já contamos com o carinho, dedicação e fôlego de:
Camila Petersen, Carla Lins, Caroline Dalprá, Cassiano Vedana, 
Cristiano Prim, Esio Magalhães, Harmônica Arte & Entretenimento,
Hilary Chaplain, Ive Luna, Michele Monteiro, Rafael da Luz,
Silvano Barbosa e Teresa Pesenti.

Preparar palhaços para trabalharem em hospital é, acima de tudo, preparar palhaços para não fazerem o seu show...
O palhaço se dedica, treina, se aprimora nas atividades mais inúteis que podemos pensar como, por exemplo, jogar três, quatro ou cinco bolinhas para cima até domá-las, tocar uma música num pente ou se especializar na arte de cair no chão... Ele faz isso para divertir as pessoas, para criar uma relação com seu público na qual tudo é possível, inclusive as fragilidades e fraquezas.
Quando o palhaço vai para o hospital, ele deve saber que tudo o que preparou talvez não seja apresentado, pois o público não foi até ali para vê-lo. O palhaço de hospital, que deve ter um amplo repertório, aprimora sua atenção para perceber qual é a chave que abre o caminho para uma boa relação com o seu público. Ele deve estar pronto para abrir mão do que tem preparado para apresentar e se lançar na relação com toda disponibilidade para potencializar o momento que ele o seu público estão vivenciando.
Para encerrar este pequeno texto deixo um pensamento de um grande besteirólogo, o hemérito Dr. Zabobrim Macambira Bira Bora Borges Junior de Alencar:


"A figura de nariz vermelho,
quando entra num hospital,
tem como grande conselho
abrir a escuta para aquele local.

Não vem fazer estardalhaço
naquele terreno movediço.
Ali, a grande rima pra palhaço
é sempre estar a serviço..."

Esio Magalhães




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